2016, 13 min

Masanori Ohashy

Guajajara (MA), animação

 

Procurando pelo irmão perdido, um indígena do povo Guajajara encontra um mundo subterrâneo que é habitado por muitos seres encantados. O indígena retorna para sua aldeia após ter aprendido todos os rituais e cânticos do mundo encantado. Novamente em casa, ele conta sua história e compartilha com seu povo todos os aprendizados com os seres encantados. Essa é a história de como os Guajajara passaram a realizar festas.

Quando?
14 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h
 

A Festa dos Encantados

2016, 52 min

Genito Gomes, Valmir Gonçalves Cabreira, Jhonn Nara Gomes, Jhonatan Gomes, Edina Ximenez, Dulcídio Gomes, Sarah Brites e Joilson Brites

Guarani Kaiowá (MS), Documentário

 

Realizado em Mato Grosso do Sul (BR), o filme trata sobre a luta de retomada territorial dos Guarani Kaiowá. O filme, de um grupo de jovens lideranças da Tekoha Guaiviry, mostra a Terra como um lugar de conhecimento, resistência e encanto. Onde se reestabelece a comunicação com os ñanderu, com os modos de viver a vida, de rezar, roçar. Para os Guarani Kaiowá retomar as terras tradicionais, as tekohas, é retomar a possibilidade de viver do seu próprio modo de ser, seu teko.

 

Quando?

13 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 19h30

Ava Yvy Vera

A Terra do Povo do Raio

2016, 14 min

Diego Fió

Argentina, curta

 

Itaeté e Ulises, um ancião e um adolescente indígena Guarani, estão construindo uma canoa. Itaeté, o ancião quer dar continuidade aos conhecimentos tradicionais. No entanto, o jovem Ulises não fica tão interessado. Um acidente com a canoa e uma mordida de uma cobra coral modificam o jovem, que começa a dar importância a sua cultura originária.

 

Quando?

14 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h

La Canoa de Ulises

2006, 4 min

Steven Chilton

Atikamekw (CAN), animação

 

O curta apresenta uma narrativa de um indígena que se recorda dos momentos com seu avô. Eles andam de canoa no rio, onde vão reencontrando antigas aldeias, acampamentos e animais, assim como as histórias daqueles lugares modificados. Lá, também encontram uma barragem.

Quando? 14 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h
 

O Velho e o Rio

2017, 11 min


Igahoka Matipu Kalapalo, Orlandinho Kalapalo, Yuahula Kalapalo
Mato Grosso, curta

O filme, em preto e branco, retrata a chegada da primeira bicicleta na aldeia Aiha Kalapalo, no Alto Xingu. 

Quando? 14 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h
 

Bisi Etimbepügü

A chegada da bicicleta 

2016, 20 min


Haya Kalapalo, Tawana Kalapalo, Thomaz Pedro e Veronica Monachini de Carvalho
Mato Grosso, Documentário

O filme realizado através de uma oficina realizada com crianças Kalapalo é uma produção coletiva entre cineastas indígenas, não-indígrnas, antropólogos e crianças Kalapalo. As crianças apresentam as tradições a partir de sua própria perspectiva.
 

Quando? 14 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h

 Osiba Kangamuke

Vamos lá, criançada

2018, 81 min


Luiz Bolognesi
São Paulo, Documentário

 

Um poderoso pajé passa a questionar sua fé depois de seu primeiro contato com brancos que julgam sua religião como demoníaca. No entanto, a missão evangelizadora comandada por um pastor intolerante é posta em cheque quando a morte passa a rondar a aldeia e a sensibilidade do índio em relação aos espíritos da floresta mostra-se indispensável.

 

Quando? 14 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 19h30
 

Ex-Pajé

2018, 18 min


Alberto Alvares
Rio de Janeiro, Documentário

O curta documentário do cineasta Guarani Alberto Alvares, Tekoha Ha’e Tetã, narra a vida do Wera Kuaray em busca de um novo caminho ao caminhar com o seu olhar atento de sabedoria guarani entre dois mundos.

Quando? 15 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h
 

Tekoha ha’e tetã 

2017, 28 min

 

Comunicação Kuery - Karaí Gerson Leopoldino Gomes e Wera Eduardo Ortiz

Rio Grande do Sul, Documentário

 

A mata (Ka'aguy) é condição para a existência dos Mbyá-guarani. Por isso o coletivo audiovisual de jovens mbyá Comunicação Kuery decidiu fazer um documentário sobre a Ka'aguy ouvindo a sabedoria dos mais velhos e registrando as aldeias onde vivem no Rio Grande do Sul. Falar sobre sua importância para a alimentação, a medicina, o artesanato e para a espiritualidade de seu povo.


Quando?  15 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h
 

Ka’aguy rupa 

2016, 13 min


Charles Bicalho, Isael Maxakali
Minas Gerais, Animação

 

Konãgxeka na língua indígena maxakali quer dizer “água grande”. Trata-se da versão maxakali da história do dilúvio. Como um castigo, por causa do egoísmo e da ganância dos homens, os espíritos yãmîy enviam a “grande água”. Trata-se de um filme indígena. Um dos diretores é representante do povo indígena Maxakali, de Minas Gerais. 

Quando? 15 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 19h30
 

Konãgxeka: Dilúvio Maxakali

2015, 47 min

Isael Maxakali

Minas Gerais, Documentário

Os meninos da Aldeia Verde Tikmu´un (Maxakali) são iniciados pelos espíritos que vivem na terra. A partir de agora eles poderão frequentar o kuxex (casa de religião), conviver, alimentar e aprender com os Yâmiyxop.

Quando? 15 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 19h30
 

Kakxop Pit Hãmkoxuk Xop Te Yumugãhã 

Iniciação dos Filhos  dos Espíritos Da Terra

2017, 18 min


Manuela Andrade
Pernambuco, Documentário

A diretora ao apontar o dedo para si mesma, pondo-se em cheque e pontuando um lugar de fala não –indígena/urbano esmiúça sua busca pelos rastros de sua ancestralidade.   Identidade, cosmopolítica e sagrado indígena. Ao mesmo tempo que comenta quão anacrônica é a pesquisa burocratizada da diretora pela ascendência num país sem memória, o filme coloca a conexão espiritual como grande potência de resistência deste povo, além de combustível para o fortalecimento das lutas políticas e práticas tradicionais de uso da terra (eco-sustentáveis).

 

Quando? 16 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h
 

Fantasia de índio 

2016, 58 min 

 

Clara Facuri, Fernanda Caiado e Luiza Nascimento
Pernambuco, Documentário

 

Após 20 anos da retomada de seu território original, os índios Xukurus re-significam suas tradições e procuram criar novas relações entre campo - cidade - tecnologia. Nesse contexto, em parceria com um grupo de jovens bioconstrutores de Recife, resgatam um modelo ancestral para construir sua oca de cura. Um retrato poético da resistência e do reconhecimento da identidade indígena no agreste de Pernambuco.


Quando? 16 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 15h
 

Xeker jeti: Casa dos ancestrais 

2016, 88min


Alberto Cortés
México, Documentário

O Milho em tempos de Guerra acompanha diferentes regiões do México, mostrando o processo de plantio do milho, a delicadeza para selecionar sementes e preparar a terra que a recebe, seus cuidados, colheitas e os usos vitais de seus frutos. Uma Família Wixárika (huichola) no norte de Jalisco, outra Ayuujk (mixe), em Oaxaca, duas famílias tseltales na selva de Chiapas. O filme mostra a necessidade contemporânea de conservar os territórios que dão continuidade a vida de milhões de mexicanos indígenas e campesinos.
 

Quando? 16 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 19h30

El maíz en tiempos de guerra 

2012, 25 min


Takumã Kuikuro
Mato Grosso, Xingul, Documentário

O filme do cineasta Takumã Kuikuro discute tradição e modernidade, mudança e memória. A produção aborda as relações dos indígenas do Alto Xingu com instrumentos tecnológicos feitos por não-indígenas. Com olhares e vozes indígenas sobre o assunto, o cineasta reflete como as novas tecnologias também podem estar contribuindo para a manutenção das tradições.

Quando? 17 de Setembro de 2018 // Sala Qorpo Santo, UFRGS // 18h30
 

Pele de branco

2015, 20 min


Takumã Kuikuro
Mato Grosso, Xingu, Documentário

 

Takumã Kuikuro sai de sua aldeia localizada no Alto-Xingu, Mato Grosso, com sua mulher e filhos para morar no Rio de Janeiro por um período. Enquanto eles vivem essa experiência, a família na aldeia se preocupa. 

Quando? 17 de Setembro de 2018 // Sala Qorpo Santo, UFRGS // 18h30
 

Karioka

2014, 15 min


Edson Matarezio
São Paulo, Documentário

Este documentário registra o processo de construção e execução do trompete Iburi, dos índios Ticuna, instrumento que é tocado durante a Festa da Moça Nova, ritual de iniciação feminina dos Ticuna. A moça que menstruou pela primeira vez ficará reclusa até que seja aprontada sua Festa, ao final da qual ela sairá da reclusão. Atrás do local de reclusão ficarão os instrumentos que aconselharão a moça. Tais instrumentos não podem ser vistos por mulheres, crianças e principalmente pela moça que está sendo iniciada. Paralelamente à construção do Iburi, o filme mostra a história de To’oena, a “primeira moça nova” que, no tempo do mito, quebrou este tabu e pagou com a própria vida.

Quando? 17 de Setembro de 2018 // Sala Qorpo Santo, UFRGS // 19h30
 

Iburi: o trompete dos Ticuna 

2016, 28min


Vandimar Marques Damas
Goiás, Documentário

 

O vídeo "Traços Tapirapé" trata da produção de artefatos, pinturas corporais, rituais, alimentação e mitos entre o povo indígena Tapirapé. Esses elementos se conectam ao xamanismo, pois são considerados saberes xamânicos. O termo "traços" se refere ao mesmo tempo aos traços da pintura corporal e também aos traços da cultura desse povo que sofreu um quase extermínio. Eles perderam o seu território para o agronegócio, mas conseguiram recuperá-lo. Atualmente eles lutam contra a invasão dos madeireiros em seu território, e para manter a sua cultura.

Quando?  17 de Setembro de 2018 // Sala Qorpo Santo, UFRGS // 19h30
 

Traços Tapirapé 

2016, 19 min

 

Gilson Moraes da Costa
Mato Grosso, Documentário

 

O documentário apresenta um dos rituais mais importantes dos A’uwé Uptabi (Povo Xavante): a cerimônia Wapté Mnhõnhõ, que marca a passagem dos jovens para a vida adulta, iniciando uma nova e importante fase de suas vidas. Cantos, danças, pinturas corporais e a religiosidade são componentes que simbolizam a preservação da memória e o processo de resistência cultural passado de geração para geração.

Quando?  17 de Setembro de 2018 // Sala Qorpo Santo, UFRGS // 19h30
 

Xavante: memória, cultura e resistência 

2016, 20 min


Elvis Ferreira de Sá
Pernambuco, Documentário

Este filme aborda as dificuldades de diversos segmentos da comunidade indígena Fulni-ô, em diferentes períodos de tempos passados e na atualidade.

Quando?  17 de Setembro de 2018 // Sala Qorpo Santo, UFRGS // 19h30
 

Tedyasese: superamos os tempos 

2011, 50 min


Ariel Ortega e Patrícia Ferreira 
Rio Grande do Sul, Documentário

Uma imersão na espiritualidade presente no cotidiano dos Mbya-Guarani da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões no Rio Grande do Sul.

*A Sessão contará com acessibilidade (audiodescrição, legenda)
 

Quando? 18 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 14h
 

Bicicletas de Nhanderu 

2017, 27 min


Sarah Shamash
Canada, Documentário


O filme Kwanxala- trovão entrelaça a história canadense, a indianidade, os legados coloniais, os feminismos e o esporte. Filmado ao longo de vários anos, este documentário criativo constrói um retrato de Alert Bay, uma ilha remota na costa noroeste do Canadá, através do futebol e da sua história. O filme aborda a incorporação do futebol na cultura kwakwaka'wakw, unindo histórias contemporâneas de futebol e potlach no Canadá, destacando a várias gerações de mulheres jogadoras de futebol.

 

Quando? 18 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 16h
 

Kwanxwala - Thunder

2015, 20 min


Rodrigo Arajeju
Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, Documentário

 

Mario Juruna, primeiro índio parlamentar na história do país, não consegue se reeleger para a Constituinte (1987/88). Sem representante no Congresso Nacional desde a redemocratização, as Nações Indígenas sofrem ataques da Bancada Ruralista aos seus direitos constitucionais. Um cacique Kaiowa Guarani, filho de liderança executada na luta pela terra, lança candidatura a deputado federal nas Eleições 2014, sob ameaças do Agronegócio. Contra a PEC 215, seu slogan de campanha é "Terra, Vida, Justiça e Demarcação". 
 

Quando? 18 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 16h

Índios no Poder 

2018, 21 min


Sofia Amaral
São Paulo, Documentário

 

Produzido através do projeto "Amazônia Resiste", da Agência Pública (apublica.org), com recursos da Climate and Land Use Alliance, o filme retrata a realidade de jovens da etnia Kayapó. Filmado em Colíder - MT e na aldeia Piaraçu (Parque Indígena do Xingu), tem como principais entrevistados os descendentes das lideranças da etnia, Beptuk Metuktire (neto do Cacique Raoni Metuktire) e Matsipaya e Mayalu Txucarramãe (filhos do Cacique Megaron Txucarramãe). Aborda as principais questões da juventude indígena urbana, como o racismo e o bullying, o sonho de voltar a viver na aldeia, e também o conflito de gerações entre jovens e velhos guerreiros.

 

Quando? 18 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 16h
 

Filhos de guerreiros 

2018, 76min


Carlos Eduardo Magalhães
São Paulo, Documentário

 

A menor reserva indígena do Brasil, sofre por sua proximidade com os Juruá, (não indígenas). Uma aldeia dentro da cidade de São Paulo. 800 Guaranis, vivem ou sobrevivem, com sua cultura, sua língua e tradições, as contradições do mundo urbano, de periferia.  
Apos terem suas terras demarcadas em 2016. Em 2017, pela primeira vez na história do Brasil, acontece um processo de desmarcação de terras. Com forte reação da juventude Guarani, guiados pelo espírito de Nanhderu, começam a se organizar para lutar  pelos seus direitos. 


Quando? 18 de Setembro de 2018 // Cinemateca Capitólio // 16h
 

Ara Pyau: A primavera Guarani 

2000, 17 min


José Alberto Mendes e Carlos Papá Mirim Poty
São Paulo, Ficção

Djekupe, jovem pai guarani, resolve caçar mesmo contra os protestos de sua mulher. No interior da mata, encontra três índias que prometem levá-lo à terra onde nada perece: yvy marã e’y. No final o xamoi, pajé , aconselha sobre a importância de enfrentar com coragem as dificuldades do casamento e também orienta sobre a importância do resguardo.

Quando? 15 de Setembro // Cinemateca Capitólio // 15h

Manoa - A lenda das queixadas 

2017, 43min


Werá Tukumbó Augustinho Moreira e Kuaray Alexandre Ortega
Santa Catarina, Documentário


O filme, em plano sequência, mostra o cotidiano dos guarani na Tekoá Vyá - Major Gercino, em Santa Catarina,, mostrando como cantos e danças guarani estão presentes no dia a dia da aldeia.

Quando? 13 a 18 de setembro // Cinemateca Capitólio
 

Canto e Dança 01